Como o Colégio Invictus se tornou referência em sua região utilizando os pH’s

O Colégio Invictus, localizado em São José do Rio Preto, foi um dos campeões do Desafio Plurall. O Desafio Plurall consiste em uma série de ações realizadas pela equipe do Plurall para medir o engajamento dos estudantes da escola com a plataforma.

Além disso, o Colégio Invictus utiliza os pHs — sistema de avaliação continuada do Sistema de Ensino pH — de maneira a criar nos estudantes o hábito de estudos, não deixando o conteúdo acumular para estudar tudo às vésperas da prova.

Conheça o Plurall

O Plurall é uma plataforma digital de estudos e ensino. Por meio dele, os alunos conseguem acessar o material didático digitalmente, além de tirar suas dúvidas relativas às questões e ao conteúdo do material didático com tutores que respondem detalhadamente. Ainda, são disponibilizadas listas de exercícios para que os alunos pratiquem o que aprenderam em sala de aula e vídeos para ajudar a solucionar as tarefas.

Para as escolas e os responsáveis, é possível extrair relatórios de desempenho com os resultados dos alunos, especificando as maiores dificuldades encontradas. Os professores podem, ainda, criar suas próprias atividades, de maneira a personalizar as estratégias de ensino. A plataforma ainda permite a realização de aulas síncronas e ferramentas como laboratórios digitais.

Os pHs

Os pHs são o sistema de avaliação continuada do pH, realizados por meio do Plurall. São listas de exercícios com 10 questões de múltipla escolha para cada módulo do caderno do aluno. O objetivo dos pHs é verificar a eficácia do processo de ensino-aprendizagem, indicando aos alunos e professores fortalezas e pontos a serem reforçados.

Os pHs têm o objetivo de manter o aluno estudando e revisando o conteúdo o tempo todo, sem que deixe para estudar apenas na véspera das provas. O pH acredita que os estudos devem ser um hábito cotidiano. Além disso, os pHs servem como elemento diagnóstico da qualidade do ensino na escola. Fornecem, ainda, dados para que a escola trace estratégias para preencher lacunas de aprendizado e solucionar dificuldades apresentadas pelos estudantes.

O Colégio Invictus e os pHs

De acordo com Clesner, diretor do Colégio Invictus:

“O pH foi um sistema de ensino que para a gente que caiu como uma luva para a nossa proposta pedagógica.”

Ele conta que na formulação da proposta pedagógica, um dos objetivos da escola era ter alunos comprometidos com seu processo de ensino-aprendizagem, no sentido de que o aluno pudesse ter autonomia na construção do seu projeto de estudo, além da utilização de metodologias ativas. Perceberam que as escolas geralmente passam tarefas para os alunos realizarem em casa, mas não havia uma sistematização da cobrança dessas tarefas.

“O aluno quando não vê o produto do seu esforço, ele não é retroalimentado com o desejo de fazer mais” – Clesner, diretor do Colégio Invictus

Na proposta pedagógica, segundo Clesner, fica claro que estudar não significa memorizar conteúdos e conceitos na véspera de uma avaliação para que pontualmente possa se mostrar a eficiência da memória de curto prazo e retenção da informação.

“Estudar significa justamente ser desafiado num processo contínuo, hierárquico de desenvolvimento de conteúdos, competências e habilidades e que possa servir para o professor e para o aluno como forma de replanejar suas estratégias. Então, o pH, além de ter um material produzido por professores que entendem o modelo de organização de pensamento do aluno, quais são as etapas do processo de construção do conhecimento pelas quais o aluno passa, qual a importância da contextualização, da materialidade, do objeto de conhecimento para o aluno enquanto facilitador dessa compreensão, o pH também trabalha com o objetivo revisional com as tarefas online” diz Clesner, diretor do Colégio Invictus.

No Colégio Invictus, os pHs fazem parte do processo avaliativo da escola. Os alunos realizam as tarefas diárias dadas em sala de aula, mas compreende também que existem as tarefas revisionais que ele vai precisar cumprir ao longo de uma semana. A escola consegue, então, orientar o aluno na construção de uma rotina de estudos.

Ao final da semana, o aluno recebe um feedback do que ele mostrou conhecer e saber do conteúdo que foi visto anteriormente. O professor também recebe esse feedback e, a partir dele, consegue traçar novas estratégias caso os alunos tenham demonstrado mais dificuldade em algum ponto do conteúdo. Além disso, os alunos conseguem entender as razões práticas das suas falhas, como falta de atenção ou falta de compreensão dos conceitos.

“O processo de aprendizagem fica muito mais eficiente e significativo para o aluno porque quando o aluno vai pra monitoria presencial, ele já tem as dúvidas, que foram resultantes do processo de estudo.” – Clesner, diretor do Colégio Invictus

O engajamento dos estudantes do Colégio Invictus não se dá apenas pela fala. Os pHs compõem uma parcela da nota final do aluno. O objetivo disso é que os estudantes entendam que, tão importante quanto uma avaliação presencial para a sua média final, é o estudo contínuo.

Os pais e responsáveis são envolvidos nesse processo, sendo comunicados ao final de cada pH sobre os resultados dos estudantes. Assim, as famílias conseguem acompanhar de perto o desenvolvimento dos alunos, mantendo uma relação próxima com a escola.

Clesner conclui:

“Acreditamos, assim, criar com nossos alunos uma cultura de comprometimento com seu processo de estudo por meio da rotina e organização de suas atividades, oferecendo-lhes meios para aferição de sua performance e recursos humanos para mediar a construção do conhecimento por meio das dúvidas e dificuldades surgidas.”

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